terça-feira, 26 de abril de 2011

Oxford ... pegada do inverno 2011



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Os oxford já são considerados os sapados do inverno,  originalmente do guarda-roupa masculino, ganhou vaaaaariadas versões e hoje o mais famoso o feminino. Com seus modelos lindíssimos não poderiam deixar de ser os preferidos, o modelo tradicional e mais conhecido, o sapato oxford é caracterizado por ser totalmente fechado e com amarração de cadarço. Agora, o clássico sapato masculino ganhou os pés femininos em versões mais modernas e charmosas, o sapato oxford agora é encontrado em modelos com salto, bico fino, bico arredondado ou bico alongado, bico mais quadrado...
Combina com a maioria das roupas, pode ser usado durante o dia, ou a noite, sem hora ou lugar sempre vai ter alguém usando,  jeans é uma ótima combinação, até mesmo vestidinhos, não muito curto ou mesmo comprido demais. Faça combinações de peças vintages que ficam lindas com o oxford.


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Modelos da loja Melissa



mais delicados


Saltos


looks variados




Para todos os gostos...


Diversas ocasiões...



 Seu nome é originário da Universidade de Oxford, quando os homens começaram a usar este tipo de calçado. Conquistou respeito rapidamente tanto na Europa como nos Estados Unidos por ser um sapato masculino prático e elegante.
Ganhou o guarda-roupa feminino no fim do século XIX, quando as mulheres o adotaram para praticar esportes. Na década de 1920, a peça surgiu tambpem com saltos grossos e quadrados, o que os tornou mais femininos. Mais uma peça que a mulher pegou “emprestada” do guarda-roupa do homem e deu supercerto.

Beijocasssss!


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Dos Anos 60 para o nosso guarda roupa...



Publicado na Folha de S.Paulo, em 5 de junho de 1966
Os anos 50 chegaram ao fim com uma geração de jovens, filhos do chamado "baby boom", que vivia no auge da prosperidade financeira, em um clima de euforia consumista gerada nos anos do pós-guerra nos EUA. A nova década que começava já prometia grandes mudanças no comportamento, iniciada com o sucesso do rock and roll e o rebolado frenético de Elvis Presley, seu maior símbolo.
Publicado na Folha de S.Paulo, em 7 de fevereiro de 1965A imagem do jovem de blusão de couro, topete e jeans, em motos ou lambretas, mostrava uma rebeldia ingênua sintonizada com ídolos do cinema como James Dean e Marlon Brando. As moças bem comportadas já começavam a abandonar as saias rodadas de Dior e atacavam de calças cigarette, num prenúncio de liberdade.

Os anos 60, acima de tudo, viveram uma explosão de juventude em todos os aspectos. Era a vez dos jovens, que influenciados pelas idéias de liberdade "On the Road" [título do livro do beatnik Jack Keurouac, de 1957] da chamada geração beat, começavam a se opor à sociedade de consumo vigente. O movimento, que nos 50 vivia recluso em bares nos EUA, passou a caminhar pelas ruas nos anos 60 e influenciaria novas mudanças de comportamento jovem, como a contracultura e o pacifismo do final da década.
Nesse cenário, a transformação da moda iria ser radical. Era o fim da moda única, que passou a ter várias propostas e a forma de se vestir se tornava cada vez mais ligada ao comportamento.

Publicado na Folha de S.Paulo, em 12 de agosto de 1962Conscientes desse novo mercado consumidor e de sua voracidade, as empresas criaram produtos específicos para os jovens, que, pela primeira vez, tiveram sua própria moda, não mais derivada dos mais velhos. Aliás, a moda era não seguir a moda, o que representava claramente um sinal de liberdade, o grande desejo da juventude da época.
Algumas personalidades de características diferentes, como as atrizesJean Seberg, Natalie Wood, Audrey Hepburn, Anouk Aimée, modelos como Twiggy, Jean Shrimpton, Veruschka ou cantoras como Joan Baez, Marianne Faithfull e Françoise Hardy, acentuavam ainda mais os efeitos de uma nova atitude.

Na moda, a grande vedete dos anos 60 foi, sem dúvida, a minissaia. A inglesa Mary Quant divide com o francês André Courrèges sua criação. Entretanto, nas palavras da própria Mary Quant: "A idéia da minissaia não é minha, nem de Courrèges. Foi a rua que a inventou". Não há dúvidas de que passou a existir, a partir de meados da década, uma grande influência da moda das ruas nos trabalhos dos estilistas. Mesmo as idéias inovadoras de Yves Saint Laurent com a criação de japonas e sahariennes [estilo safári], foram atualizações das tendências que já eram usadas nas ruas de Londres ou Paris.
Publicado na Folha de S.Paulo, em 16 de março de 1969O sucesso de Quant abriu caminho para outros jovens estilistas, como Ossie Clark, Jean Muir e Zandra Rhodes. Na América, Bill Blass, Anne Klein e Oscar de la Renta, entre outros, tinham seu próprio estilo, variando do psicodélico [que se inspirava em elementos da art nouveau, do oriente, do Egito antigo ou até mesmo nas viagens que as drogas proporcionavam] ou geométrico e o romântico.

Em 1965, na França, André Courrèges operou uma verdadeira revolução na moda, com sua coleção de roupas de linhas retas, minissaias, botas brancas e sua visão de futuro, em suas "moon girls", de roupas espaciais, metálicas e fluorescentes. Enquanto isso, Saint Laurent criou vestidos tubinho inspirados nos quadros neoplasticistas de Mondrian e o italiano Pucci virou mania com suas estampas psicodélicas. Paco Rabanne, em meio às suas experimentações, usou alumínio como matéria-prima.
Os tecidos apresentavam muita variedade, tanto nas estampas quanto nas fibras, com a popularização das sintéticas no mercado, além de todas as naturais, sempre muito usadas.
As mudanças no vestuário também alcançaram a lingerie, com a generalização do uso da calcinha e da meia-calça, que dava conforto e segurança, tanto para usar a minissaia, quanto para dançar o twist e o rock.

O unissex ganhou força com os jeans e as camisas sem gola. Pela primeira vez, a mulher ousava se vestir com roupas tradicionalmente masculinas, como o smoking [lançado para mulheres por Yves Saint Laurent em 1966].
Publicado na Folha de S.Paulo, em 7 de fevereiro de 1965A alta-costura cada vez mais perdia terreno e, entre 1966 e 1967, o número de maisons inscritas na Câmara Sindical dos costureiros parisienses caiu de 39 para 17. Consciente dessa realidade, Saint Laurent saiu na frente e inaugurou uma nova estrutura com as butiques de prêt-à-porter de luxo, que se multiplicariam pelo mundo também através das franquias.
Com isso, a confecção ganhava cada vez mais terreno e necessitava de criatividade para suprir o desejo por novidades. O importante passaria a ser o estilo e o costureiro passou a ser chamado de estilista.

Nessa época, Londres havia se tornado o centro das atenções, a viagem dos sonhos de qualquer jovem, a cidade da moda. Afinal, estavam lá, o grande fenômeno musical de todos os tempos, os Beatles, e as inglesinhas emancipadas, que circulavam pelas lojas excêntricas da Carnaby Street, que mais tarde foram para a famosa King's Road e o bairro de Chelsea, sempre com muita música e atitude jovens.
Nesse contexto, a modelo Jean Shrimpton era a personificação das chamadas "chelsea girls". Sua aparência era adolescente, sempre de minissaia, com seus cabelos longos com franja e olhos maquiados. Catherine Deneuve também encarnava o estilo das "chelsea girls", assim como sua irmã, a também atriz Françoise Dorléac. Por outro lado, Brigitte Bardot encarnava o estilo sexy, com cabelos compridos soltos rebeldes ou coque no alto da cabeça [muito imitado pelas mulheres].
Reprodução
Twiggy, o rosto dos 60
Entretanto, os anos 60 sempre serão lembrados pelo estilo da modelo e atriz Twiggy, muito magra, com seus cabelos curtíssimos e cílios inferiores pintados com delineador.

A maquiagem era essencial e feita especialmente para o público jovem. O foco estava nos olhos, sempre muito marcados. Os batons eram clarinhos ou mesmo brancos e os produtos preferidos deviam ser práticos e fáceis de usar. Nessa área, Mary Quant inovou ao criar novos modelos de embalagens, com caixas e estojos pretos, que vinham com lápis, pó, batom e pincel. Ela usou nomes divertidos para seus produtos, como o "Come Clean Cleanser", sempre com o logotipo de margarida, sua marca registrada.
As perucas também estavam na moda e nunca venderam tanto. Mais baratas e em diversas tonalidades e modelos, elas eram produzidas com uma nova fibra sintética, o kanekalon.

O estilo da "swinging London" culminou com a Biba, uma butique independente, frequentada por personalidades da época. Seu ar romântico retrô, aliado ao estilo camponês, florido e ingênuo de Laura Ashley, estavam em sintonia com o início do Publicado na Folha de S.Paulo, em 7 de fevereiro de 1965fenômeno hippie do final dos anos 60.

A moda masculina, por sua vez, foi muito influenciada, nos início da década, pelas roupas que os quatro garotos de Liverpool usavam, especialmente os paletós sem colarinho de Pierre Cardin e o cabelo de franjão. Também em Londres, surgiram os mods, de paletó cintado, gravatas largas e botinas. A silhueta era mais ajustada ao corpo e a gola rolê se tornou um clássico do guarda-roupa masculino. Muitos adotaram também a japona do pescador e até mesmo o terno de Mao.

No Brasil, a Jovem Guarda fazia sucesso na televisão e ditava moda. Wanderléa de minissaia, Roberto Carlos, de roupas coloridas e como na música, usava botinha sem meia e cabelo na testa [como os Beatles]. A palavra de ordem era "quero que vá tudo pro inferno".

Os avanços na medicina, as viagens espaciais, o Concorde que viaja em velocidade superior à do som, são exemplos de uma era de grande desenvolvimento tecnológico que transmitia uma imagem de modernidade. Essa imagem influenciou não só a moda, mas também o design e a arte que passaria a ter um aspecto mais popular e fugaz.
Reprodução
Trabalho de Andy Warhol, símbolo da pop art
Nesse contexto, nenhum movimento artístico causou maior impacto do que a Arte Pop. Artistas como Andy Warhol, Roy Lichetenstein e Robert Indiana usaram irreverência e ironia em seus trabalhos. Warhol usava imagens repetidas de símbolos populares da cultura norte-americana em seus quadros, como as latas de sopa Campbell, Elvis Presley e Marilyn Monroe. A Op Art [abreviatura de optical art, corrente de arte abstrata que explora fenômenos ópticos] também fez parte dessa época e estava presente em estampas de tecidos.
No ritmo de todas as mudanças dos anos 60, o cinema europeu ganhava força com a nouvelle vague do cinema francês ["Acossado", de Jean-Luc Godard, se tornaria um clássico do movimento], ao lado do neo-realismo do cinema italiano, que influenciaram o surgimento, no início da década, do cinema novo [que teve Glauber Rocha como um dos seus iniciadores] no Brasil, ao contestar as caras produções da época e destacar a importância do autor, ao contrário dos estúdios de Hollywood.
No final dos anos 60, de Londres, o reduto jovem mundial se transferiu para São Francisco (EUA), região portuária que recebia pessoas de todas as partes do mundo e também por isso, berço do movimento hippie, que pregava a paz e o amor, através do poder da flor [flower power], do negro [black power], do gay [gay power] e da liberação da mulher [women's lib]. Manifestações e palavras de ordem mobilizaram jovens em diversas partes do mundo.
A esse conjunto de manifestações que surgiram em diversos países deu-se o nome de contracultura. Uma busca por um outro tipo de vida, underground, à margem do sistema oficial. Faziam parte desse novo comportamento, cabelos longos, roupas coloridas, misticismo oriental, música e drogas.
Publicado na Folha de S.Paulo, em 31 de março de 1969No Brasil, o grupo "Os Mutantes", formado por Rita Lee e os irmãos Arnaldo e Sérgio Batista, seguiam o caminho da contracultura e afastavam-se da ostentação do vestuário da jovem guarda, em busca de uma viagem psicodélica.
A moda passou a ser as roupas antes reservadas às classes operárias e camponesas, como os jeans americanos, o básico da moda de rua. Nas butiques chiques, a moda étnica estava presente nos casacos afegãos, fulares indianos, túnicas floridas e uma série de acessórios da nova moda, tudo kitsch, retrô e pop.
Toda a rebeldia dos anos 60 culminaram em 1968. O movimento estudantil explodiu e tomou conta das ruas em diversas partes do mundo e contestava a sociedade, seus sistemas de ensino e a cultura em diversos aspectos, como a sexualidade, os costumes, a moral e a estética.
No Brasil, lutava-se contra a ditadura militar, contra a reforma educacional, o que iria mais tarde resultar no fechamento do Congresso e na decretação do Ato Institucional nº 5.
Talvez o que mais tenha caracterizado a juventude dos anos 60 tenha sido o desejo de se rebelar, a busca por liberdade de expressão e liberdade sexual. Nesse sentido, para as mulheres, o surgimento da pílula anticoncepcional, no início da década, foi responsável por um comportamento sexual feminino mais liberal. Porém, elas também queriam igualdade de direitos, de salários, de decisão. Até o sutiã foi queimado em praça pública, num símbolo de libertação.
Os 60 chegaram ao fim, coroados com a chegada do homem à Lua, em julho de 1969, e com um grande show de rock, o "Woodstock Music & Art Fair", em agosto do mesmo ano, que reuniu cerca de 500 mil pessoas em três dias de amor, música, sexo e drogas.


fonte: http://almanaque.folha.uol.com.br/anos60.htm

Alguns cortes de roupa são eternos atemporais. Um deles é o chamado ‘vestido tubinho‘, com um corte mais reto, sério. Foi hit nos anos 60 e eternizado por CristobalBalenciaga.

Pois é muito temos visto, peças desta época em grande evidência, em principal o "tubinho"...
Um curinga em nosso guarda-roupa!

O tubinho também conquistou os tapetes vermelhos!. Foto:Divulgação
 Conquistando tapetes


Vestidos tubinho de Alexandre Herchcocvitch e Iódice para o verão 2011.. Foto:Divulgação
 nas passarelas

Victoria Beckham é adepta da elegância dos tubinhos.. Foto:Divulgação
Nas badaladas...

gwyneth paltrow Vestido tubinho: sempre chic


segunda-feira, 18 de abril de 2011

Concurso Lycra Future Designers

Concurso Lycra Future Designers 2011


O Concurso Lycra Future Designers apresenta a sua 3º edição e tem como objetivo incentivar novos talentos da moda a mostrar suas criações em um dos segmentos: jeanswear, swimwear e underwear. Os participantes apresentarão seu trabalho para especialistas da moda no Brasil, ganhando visibilidade no mercado nacional e deixando a sua marca.

Os três vencedores do concurso, sendo um por cada segmento, ganham uma viagem para visitar a feira Première Vision Pluriel, referência mundial no segmento. Quem ficar em segundo lugar das três categorias leva para casa um tablet e os terceiros colocados um mp3 player.

As inscrições podem ser feitas até o dia 29 de maio, para realizá-la é necessário o envio de croqui com um look feminino no segmento escolhido pelo candidato.


Serviço:
Concurso Lycra Future Designers 2011
Data: Inscrições até 29 de maio de 2011
Segmentos: Jenaswear, Swimwear e Underwear
Premiação:
1º Lugar - Viagem para visitar a feira Première Vision Pluriel
2º Lugar - Um Tablet
3º Lugar – Um MP3 player
Inscrições: http://www.lycrafuturedesigners.com/inscreva-se.html
Informações: http://www.lycrafuturedesigners.com/o-concurso/como-funciona.html
Programa de moda na televisão - Boomerang e Capricho dão início à Temporada de Moda Capricho 2010

Programa que busca novo estagiário para o departamento de estilo
da mais importante publicação teen do país estreia no dia 9 de setembro, às 21h.
.
Entre looks modernos e descolados, o que se passa no cobiçado acervo
de figurinos dos editoriais de moda de uma das maiores revistas do Brasil?
Quem são as pessoas que montam os visuais das famosas, das modelos
e das leitoras, em páginas que determinam tendências que vão para as ruas?
A partir do dia 9 de setembro, às 21h, os espectadores do canal Boomerang
serão convidados a descobrir. Este é o grande atrativo de Temporada de Moda
Capricho, um docu-reality no qual 20 estudantes de moda competirão
por um estágio de seis meses no departamento de estilo da revista Capricho,
da Editora Abril. Serão 13 episódios com uma hora de duração cada,
gravados na cidade de São Paulo, co-produzidos pelo Boomerang e pela revista
Capricho, com realização da Primo Filmes.
.
Apresentado pela editora criativa da Capricho, Adriana Yoshida,
Temporada de Moda Capricho recrutou seus participantes nas principais faculdades
de moda da capital paulistana. A cada capítulo do programa, eles terão tarefas
a realizar, sejam elas glamurosas ou ingratas, como produzir um visual
com orçamento bem limitado, desenvolver um look partindo dos sapatos
ou inspirando-se em filmes retratando décadas passadas. O resultado das provas
será julgado por um corpo de jurados formado por representantes da revista
e convidados e, ao final de cada episódio, um participante será eliminado.
Como a revista é quinzenal, as produções feitas pelos participantes se tornarão
o editorial da revista numa semana e, na semana seguinte, serão publicadas no site.
Ou seja: veremos eles produzindo na quarta à noite o que estará de fato
nas bancas e/ou na internet na quinta-feira.
.
Compartilhando suas experiências com os participantes ao longo dos episódios,
diversas figuras carimbadas do universo da moda vão desfilar pelo cenário
da atração. Entre os convidados, estão as jornalistas de moda Alexandra Farah
e Alessandra Garattoni, a estilista e blogueira Thais Losso, a editora-chefe
da Fashion TV Brasil, Maria Prata, as consultoras de moda Ana Cury,
Cris Francine e Paula Martins, o hair stylist Evandro Ângelo, o historiador de moda
João Braga, os stylists Luis Fiod, Rodrigo Pollack, Marcio Banfi e Dani Bonani
e os fotógrafos Henrique Gendre, Feco Hamburger, Ivan Abujamra e Paulo Cabral.
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No programa de estreia, dia 9, o público conhecerá todos os lances do processo
de seleção, indo das primeiras visitas às universidades à última etapa na qual
foram escolhidos os primeiros 20 finalistas.

domingo, 10 de abril de 2011

TV XUXA estilista revelação!

 TV Xuxa lança novamente o concurso novos estilistas, para quem  já é  estilista vale a pena mostrar o seu talento!
Depois do sucesso que fez em 2010, o concurso Estilista Revelação volta em 2011 para revelar talentos da moda! Se você é estilista e quer mostrar seu trabalho para todo o Brasil, não perca essa chance!
Mas fique ligado: as inscrições vão aó até o dia 2 de maio!

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Salão da moda Brasil

Salão Moda Brasil 2011


Salão Moda Brasil é um evento destinado a estilos, tendências e grandes negócios. Acontece nos dia 19, 20 e 21 de junho no Expo Center Norte, das 12hs às 20hs.

Na última edição o evento recebeu 23 mil visitantes do Brasil e exterior, reunindo mais de 600 marcas, e movimentou 280 milhões em negócios.

A edição 2011 tem uma expectativa ainda maior para o ano. Nos Três dias de evento, grandes marcas vão expor o que há de melhor nos segmentos moda praia, fitness, masculina, feminina e lingerie. A estrutura de 23 mil metros quadrados do evento foi planejada para oferecer toda a comodidade aos visitantes.


Serviço:
Salão Moda Brasil 2011
Data: 19 a 21 de Junho
Local: Expo Center Norte
End: Rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme - São Paulo/SP.
Tel: 11 3368.4939
Informações e contato: http://www.salaomodabrasil.com.br/2011/br/index2.html

Noivas 2011

Maio está chegando... Já passei por esse momento mas ainda suspiro ao ver um belo vestido de noiva, e quais olhos não brilham diante de uma belíssima noiva...
hoje vamos dar uma olhada na tendência moda noiva para 2011:
- Lembre-se que a noiva deve escolher o modelo que evidencie a sua beleza, levando em conta seu gosto e não apenas usar por estar na moda!
 longos e volumosos estão entre as principais apostas de estilistas como Oscar de larenta e Reem Acra. Em tecidos: hora esvoaçantes sobrepostos repetidas vezes, hora acetinados ganhando maiores proporções pelo uso de saiotes; o shape marca a cintura e confere delicadeza. 


Tendências de Vestidos de Noiva para 2011 segundo Reem Acra. Foto:Wireimage

curtos são opções a serem consideradas, já que mais do que nunca eles são bem vindos em todas ocasiões, e por que não, então, no seu casamento?! Femininos e modernos, eles podem sim combinar toques clássicos caindo tão bem para a data quanto os tradicionais longos. A novidade para essa temporada é que eles ganharam evidência em coleções de estilistas renomados, chegando tanto nas versões usuais – em cortes godês -, quanto com volumes aplicados originando uma silhueta ampulheta.

Modelo de Vestido de Noiva Curto: Coleção Marchesa 2011 [18]

Vestidos de Noiva com flores aplicadas da designer Monique Lhuillier para 2011 [19]

estilo sereia ou trompete também se destacam nas propostas de La Renta, assim denominados por trazerem contornos ajustados para as regiões da cintura, quadril e pernas, onde a partir do joelho até a barra apresentam aberturas a formar um “triângulo”, esse que caracteriza as caudas das figuras místicas das sereias



longos, de corte sequinho ou levemente fluído chegam para as donas de um corpo mais esguio que prezam pelo visual “clean, simples e chic”, o qual caracterizou os vestidos do novo trabalho de Nicole Miller. Nas coleções de Oscar de La Renta e Vera Wang são os tecidos mais sofisticados, os detalhes, com os drapeados e laços, bem como a sobreposições de delicadas rendas bordadas, os responsáveis por conferir requinte às peças.
 
tomara-que-caia; o qual pode trazer o corte império – ajustado logo abaixo do busto –, realçar a cintura natural ou demarcar a região da cintura baixa, seguindo, na maioria das vezes, com formas mais amplas para as saias; atributo que confere suavidade e toques ainda mais românticos ao vestido.




assimétrico, como o modelo um ombro só, o qual já apareceu como tendência para 2010 e continua entre os mais visualizados nas principais coleções desfiladas na última edição do New York Bridal Week. Drapeados são os detalhes mais freqüentes aplicados no busto dessas peças, ao lado de babados e laçarotes.



coloridos chegam em tons discretos como o nude, rosé, champagne e salmão; para as mais ousadas Carolina Herrera propõe o preto, enquanto Vera Wang investe no cinza. Boas opções para quem quer fugir do clássico, mas não sabe como o fazer para manter algumas características simbólicas típicas dessa veste, são trazidas em peças atualizadas por conta de detalhes coloridos.


-Estas são algumas dicas para um "sim" tão esperado, espero que ajude e estejam lindas as noivas de 2011... bejoo

terça-feira, 5 de abril de 2011

Vogue França abril 2011

Gisele Bündchen veste vestido branco rendado Dolce & Gabbana na capa de abril da Vogue Paris. A beleza desta peça é fantástica, este mesmo vestido rendeu três capas das Vogue (Alemã, Espanha e França)




Num Caminho de Volta da Viagem previsto silhuetas infáceis de Michael Kors, Donna Karan e Roberto CavalliGisele Bündchen, mostra uma simplicidade notória.